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Milão – Parte 1: Na mesa cabe o mundo

28 de abril de 2014

O vôo foi tranquilo e cheguei em Milão no horário previsto. No aeroporto, peguei um trem da Malpensa Express até a Estação Cadorna. Uma parada apenas de metrô e cheguei na estação Conciliazione, na piazzale Francesco Barraca, onde vivem a Luciana e o Peter, meus anfitriões queridos. Simples assim, fácil assim. Ciao, Milano, Io sono arrivato!

A Lu e o Peter me receberam com muito carinho e uma taça de vinho (italiano e delicioso, claro). Me senti em casa na casa deles e nunca vou conseguir agradecer o suficiente. Na falta de algo melhor, vou de grazie mille, carissimi amici. 😉

Como era noite de sexta-feira, fui gentilmente convidada a acompanhá-los para “uns bons drinks” com alguns colegas de trabalho do Peter. Que jet lag que nada. Banho rápido e bora começar a conhecer Milano.

Fomos de tram (uma espécie de bonde sobre trilhos), o que eu já achei um charme. Da janela, fui curtindo a cidade, que é linda. Foi meio como um teaser para o que viria nos próximos dias: olha ali o castelo (Sforzesco)! E ali, Santa Maria delle Grazie (onde fica o Cenacolo Vinciano). Espera…olha lá o Duomo, com La Madonnina protegendo a cidade. Pronto, eu estava ali fazia poucas horas e já estava apaixonada pela cidade.

No Caffe Itália, mesa na calçada, gente boa, vinho bom e deliciosos aperitivi (uma seleção variada de petiscos como queijos, prosciuto, brusquetas e outras delícias). Life is good!

O idioma oficial da animada noite foi o inglês. Caso contrário, teríamos uma torre de Babel instalada. Olha só a escalação do time: Lu e eu, duas brasileiras “da gema” (controlem os risos na parte que me cabe neste latifúndio, seus engraçadinhos). Representando a Inglaterra, Peter (o marido da Lu) e o Bob, com sua esposa e três filhas. Defendendo a azurra Itália, o Fabrizio. Fechando o timaço, uma polonesa (não, eu não. Eu estava jogando pelo Brasil, lembram?), a Inka (acho que não é assim que se escreve, mas é assim te se fala, desculpa aí) e sua filha. Boa conversa com os deliciosos diferentes sotaques. Eita “mundão véio sem porteira”. Acho que, em inglês, seria algo como “what a wounderful world“. ☺️

Para fechar a noite, o pessoal resolveu dar um “pulinho” no Duomo. Fomos de tram e logo estávamos lá, admirando aquela belezura toda. A foto com a Lu dá a ideia do tamanho da minha felicidade. Eu estava amando Milano, e a viagem estava apenas começando.

No próximo capítulo das aventuras em terras lombardas, um jogo de futebol no San Siro.

Arrivederci!

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From → Proseando, Viajando

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