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Viajando na viagem

2 de março de 2014

Cansada que estou, neste carnaval, optei por ficar em casa, praticando o ócio criativo. No “kit folia”, filmes, livros, revistas, música, comidinhas e bebidinhas.

Olhando a pilha de livros e revistas que separei, fica fácil perceber uma tendência: viagem. Revistas especializadas e livros cuja “locação” são lugares que já conheci ou quero conhecer. Mesmo vagabundeando no sofá, a cabeça e o coração pensam em botar o pé da estrada.

Essa paixão por viagens começou antes mesmo de ter orçamento para isso. Meus amigos fiéis, os livros e filmes, me contavam que esse mundão de meu Deus era bem maior do que o meu quintal. Quando fiz a primeira viagem para “o estrangeiro”, confirmei minha hipótese.

Voltei da primeira viagem já planejando a próxima. Eu tinha sido mordida pelo bichinho do amor pelas viagens. Viciei naquela sensação de descoberta contínua que acompanha cada viagem. Tudo é diferente, inclusive o idioma. Você é mais um na multidão, sua zona de conforto está a milhares de quilômetros de distância, e se perder parece ser o caminho certo para se encontrar.

Tantas cores, tantas histórias, geografias, costumes, cheiros, sotaques. Ah, e os sabores! Uma das maiores (e literais) delícias de uma viagem é provar a culinária local, se lambuzando nos temperos e vivendo um pouco como aquele povo vive. Cada prato tem uma história, afetos e sutilezas que merecem ser degustados com a boca cheia d’água e o copo cheio de vinho.

As viagens já feitas são tesouros guardados no coração e na memória com muito carinho. As próximas são motivo de alegria antecipada. Lugares a conhecer, passeios a fazer, pessoas a encontrar e reencontrar, sabores a descobrir. #acabanãomundão

Bisbilhotando nas páginas de viagem que sigo, me deparei com uma foto deslumbrante da Toscana (saudade!) e uma frase de Samuel Johnson sobre viagens que me falou ao coração. Em tradução livre, é algo assim: “a utilidade das viagens é regular a imaginação com a realidade e, em vez de imaginar como as coisas podem ser, vê-las como são.”

É isso. Imaginar, sonhar e pensar sobre como os lugares podem ser é muito bom, mas realizar os sonhos e conferir tudo com seus próprios olhos não tem preço. Bem, preço até tem, mas o valor, ah, esse é incalculável. 😉

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From → Proseando, Viajando

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