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Arrumando gavetas

8 de fevereiro de 2014

Aproveitei o dia de sol para abrir portas e janelas para arejar a casa. Limpa daqui, arruma dali, resolvi “atacar” algumas gavetas que andavam carentes de organização faz tempo.

Entre pensamentos de “meu Deus, que calor!” (não está fácil para ninguém!), pensei em como é engraçada essa mania que a gente tem de acumular coisas inúteis.

É um tal de ir guardando coisas para “um dia pode ser útil”, “vai que eu preciso”, “é tão bonitinho” e por aí vai. Aí você nunca precisa, ou se precisa não acha porque não lembra onde guardou (quem nunca?), e a embalagem de maquiagem tão fofa fica lá, escondida nas profundezas da gaveta profunda.

Penso que na vida acontece isso também. Vamos guardando sentimentos, medos, crenças, ilusões, mágoas nas gavetas do nosso coração e da nossa alma. Com isso, ocupamos espaço precioso e deixamos a vida pesada e cheia de pó. Se não te serve mais, jogue fora. Se é bonitinho, mas ordinário, jogue fora (ou doe, vai que alguém quer, rs). Se nunca teve utilidade e ainda empata sua energia, desapega!

Dá trabalho manter a vida em ordem. A gente limpa hoje, amanhã está bagunçado de novo. Faxina na alma e no coração funciona do mesmo jeito que em casa: tem que ser algo contínuo, que a gente faz sempre, para não deixar que a poeira do dia a dia tire o brilho da nossa vida.

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From → Proseando

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