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Paris: a de Hemingway, a de Woody Allen e a minha

15 de setembro de 2013

Meia Noite em Paris é meu filme favorito do Woody Allen. Foi aquela seqüência inicial que fez ficar obcecada por Paris e ir para lá pela primeira vez, para passar míseros dois dias e meio. No filme, o personagem principal, falando por Woody, acha a cidade particularmente bela em dias de chuva. No filme, pode até ser, mas na vida real a chuva atrapalha um pouco a vida dos turistas que querem explorar a cidade como se deve: batendo perna. Passar uma semana por lá, sem sol, com frio e chuva, me fez querer socar o Woody por essa história de a cidade ser mais linda em dias de chuva. 😊

Outro apaixonado pela cidade luz, e que viveu por lá nos anos 20, também tem sua “versão” de Paris. Mister Hemingway descreve os anos que por lá viveu de um jeito saboroso no livro Paris é uma Festa. Comprei o livro lá, na Shakespeare and Company (muito amor por esse lugar!) e estou devorando. Gosto particularmente da maneira como ele descreve as andanças pela cidade, as mudanças no clima no movimento das estações e o sabor das refeições. Frases verdadeiras. ❤

Assim como esses dois cavalheiros, eu tenho a minha versão de Paris, assim como o tem cada pessoa que por lá passou. Essa versão depende das suas experiências na cidade, da maneira como viveu e sentiu os cheiros, sabores, cores e sons da capital francesa.

Vou escrever alguns posts sobre a “minha Paris”. Quero registrar o impacto da visão da Torre, do Arco e da Notre Dame. Quero escrever sobre o superlativo Palácio de Versalhes. Quero contar como foi ficar frente à frente com a beleza dos Monets do Museu L’Orangerie e com a força da história nos Inválidos.

Vou contar como foram as refeições deliciosas e as aventuras gastronômicas (escargot, muito prazer) com os companheiros de viagem. Confort food, slow food, ou simplesmente uma comida boa demais da conta. Sempre regada a boa conversa e a vinho, claro, cheers!

Quero registrar o quanto fiquei grata pela chance de agradecer as bênçãos que recebo nas igrejas de Saint Sulpice, Sacre Couer e Sainte Chapelle.

Vou tentar colocar em palavras a alegria que senti ao conhecer a livraria mítica e mágica, a Shakeaspeare and Company. Cada vez que eu via a danada nos filmes, eu suspirava de vontade de conhecer. Realizar o sonho foi especial.

Também vou escrever sobre como a vida passa mais linda se você estiver sentado no Le Deux Magots, tomando champanhe, e como a Maison Ladurée conseguiu transformar o perfume dos roseirais e das flores de laranjeira em macarons tão gostosos que eu poderia comer alguns (vários) todos os dias.

Foram, literalmente, muitas emoções. Agora, vou descansar o corpo e organizar as ideias para, depois, preencher algumas páginas com as aventuras parisienses.

A bientôt! 😉

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From → Proseando, Viajando

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