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Moral da história

16 de julho de 2013

Eu devia ter os meus sete ou oito anos de idade e, naquela época, minhas responsabilidades se resumiam em ir para a escolinha rural e brincar, rigorosamente nesta ordem. Filha de agricultores, vivendo em uma colônia, o futuro tinha um roteiro mais ou menos definido: crescer, casar, ter filhos e tirar o sustento da terra (também conhecido como plantar batatas).

Uma vida muito boa, honrada, feliz, que fique muito claro, mas eu queria outra história para mim. Algo customizado. Mesmo pequetuxa, eu já sabia que seria a “ovelha negra”da família, porque queria desbravar caminhos diferentes…

Eu assistia filmes e novelas e achava o máximo ver aquelas executivas chiquérrimas em ação. Lembro de fazer de conta que era uma delas, engolindo o café da manhã correndo porque estava atrasada para uma reunião. No caso, a aula na escolinha, do outro lado da rua, rs.

Em vez de plantar batatas, eu queria trabalhar fora e descascar pepinos e abacaxis. Queria muitas reuniões, telefonemas, decisões, computadores, problemas para resolver. Queria colocar o cérebro para funcionar, porque os braços eram meio fracos e cansavam fácil. Queria criar e produzir e aprender coisas novas.

Moral da história: cuidado com o que você deseja. O universo conspira mesmo. 😋

P.s: já estou sonhando fervorosamente com o Clive Owen e com o Fred. Vai que…

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From → Proseando

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