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Da série as coisas que me tiram do sério

18 de janeiro de 2013

Comecei a escrever esse post no salão de beleza (batendo o pezinho, toda impaciente), aonde cheguei pontualmente no horário marcado. Alguns minutos antes, aliás. Então, aí está o primeiro item da lista: esperar. De-tes-to. Sou pontual e teimo em esperar o mesmo em troca. Quando se trata de serviços então, fico inconformada. Se eu agendei horário foi justamente porque não quero perder tempo. Dessa vez, só não fiquei mais fula da vida dessa vez porque estava bem alimentada. Se estivesse com fome, afffff, eu não responderia por mim.

Quem me conhece sabe do meu apreço pelos prazeres da mesa. Pensando bem, eu sou um bichinho fácil de cuidar. Basta me dar carinho, me levar para passear e me dar comida quando tenho fome (sempre) que ficarei feliz. Lembro de uma vez que fui ao shopping comprar um tênis. A encrenca começou aí, porque não gosto de tênis. Lá ia eu, de loja em loja, com uma tromba gigante, achando todos os tênis horríveis. Resolvi desistir da compra antes de começar a chorar e resolvi comer alguma coisa. Depois de ingerir um mar de calorias, entrei em uma loja e fechei negócio com o primeiro par que vi. O mundo tinha ficado mais lindo de repente.

Passar frio também me deixa #chatiada. Não por acaso, sou do time que torce contra o ar condicionado. Acordar cedo, sem despertador, naqueles dias nos quais poderia dormir até tarde. As planilhas e sua capacidade de desformatação. E as impressoras e sua capacidade de mastigar o papel bem na minha vez de imprimir.

Falsidade, grosseria, covardia, preconceito, maldade…enfim, o lado negro da força. Me irrita ver nos outros e me chateia mais ainda quando vejo em mim.  

Para fechar a lista: café frio, gente morna, espumante quente. 

Mas, em minha defesa, tenho a dizer que, assim como vem, a irritação vai embora rapidinho. Na hora fico uma onça, mas não fico remoendo nada não. Quem eu esperava chegou, a paella deliciosa acabou com a fome, gente ruim a vida tira de perto da gente. Carregar esse tipo de bagagem só deixa a vida mais pesada, e eu quero mesmo é viajar leve.

A trilha foi escolhida porque lembra um mantra, daqueles perfeitos de entoar quando a irritação bate à porta.

 

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5 Comentários
  1. Adri permalink

    Lindo Zeila! Amei! Bjs

  2. Maria José (Zeca) permalink

    Haha, também detesto comprar tênis; não me conformo com aquele look aeroespacial de quase todos eles!

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  1. Sete tons de pecado | 365 páginas em branco

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