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Série pequenos prazeres ─ versão ampliada

6 de janeiro de 2013

O domingo é meu dia favorito da semana. De segunda a sexta, correria corporativa desenfreada, salpicada por uma saída ou outra. No sábado, dia de colocar a casa em ordem, ir ao mercado, salão, jantar fora e sei lá mais o que. Até Deus, que é Deus, descansou no sétimo dia, então gosto de passar meus domingos praticando o dolce far niente ─ ah, os italianos sabem mesmo como viver, e vou dedicar alguns posts para falar disso uma hora dessas.

 É no domingo que gosto de dormir um pouco mais, de brincar com meu afilhado, de almoçar na casa da mãe com a família toda à mesa (ela faz a melhor maioneses do meu mundo), de acampar no sofá com livros, revistas e guloseimas (e meus cachorros por perto) e de fechar o dia com uma tacinha de vinho e um filme, ou mesmo o Fantástico, quando tem algum assunto interessante. Esse ritual, tão simples, me faz feliz e recarrega as baterias para a correria da próxima semana.

 Fico pensando que a gente não precisa de grandes produções para ser feliz. Claro que a vida tem espaço (e muito!) para festas de arromba e viagens épicas, com direito a champanhe em Paris, mas, no dia a dia, o que nos traz alegria, se a gente reparar direitinho, são coisas pequenas e que, muitas vezes, nem custam dinheiro. Li um artigo sobre isso (chamado Small Treats) no Linkedin, e me identifiquei muito. Volta e meia, eu posto coisas da série pequenos prazeres no Facebook, então decidi fazer uma versão ampliada para o blog. É algo do tipo “Amelie gosta”, como no filme. Vamos aos meus pequenos grandes prazeres.

   – O sorriso do meu afilhado. O abraço dele, o jeito como ele fala “madinha”. OK, tudo nele.

   – A alegria dos meus cachorros quando eu chego em casa.

   – Banho quentinho, bem cheiroso.

   – Casa limpa, com cheiro de sol.

   – Gargalhadas. Sabe aquele amigo que tem a risada mais engraçada do que qualquer piada? Então, é isso.

   – Andar na beira da praia.

   – Chuva mansa na hora de dormir.

   – Cheiros gostosos ─ de flor, de perfume, de comida, de terra molhada…

   – Tirar os sapatos depois de um dia de trabalho.

   – Céu azul.

   – Começar um livro novo.

   – Comer quando estou com fome. Basicamente, sempre.

   – Ouvir a mesma música dúzias de vezes, e cantar junto (meus colegas dizem que, já que eu gosto tanto, deveria aprender, mas eu acho que a empolgação compensa a falta de talento).

– Feriado prolongado, com todo o tempo livre para fazer tudo o que eu quiser, incluindo nada.

 Parei por aqui para não deixar a lista longa demais, mas tem muito mais. Tem muita coisa simples, que custa pouco (ou nada) e vale muito. Com a vida maluca que a gente leva, é bom saber quais são as coisas que nos fazem bem, e buscar refúgio nelas na hora do aperto. Para mim, funcionam como curativos para a alma.

Hoje, escolher a trilha foi fácil. Queria uma música que já tivesse ouvido dúzias de vezes, e que eu goste de cantarolar. Então, resolvi “estrear” o Bon Jovi (suspiros) aqui mesmo antes de contar a história dessa paixão.

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From → Da série...

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